Mesmo sabendo que no final tudo vai dar errado e a minha vida vida
continuará medíocre e desanimadora, ontem surgiu uma perspectiva
boa, uma luz no final do túnel. Não é a primeira vez que vou com
muita cede ao pote e acabo dando com o “burros n'água,” por isso
tentarei não ser não otimista desta vez.
Mesmo porque o evento que renovou minhas esperanças terá a duração
de quatro meses, incluindo longo períodos de um desagradável hiato.
Por isso uma dos grandes desafios para os próximos meses será
controlar a ansiedade.
Por outro lado, existem tão pouco motivos para se alegrar na vida,
que fica difícil resistir a tentação de curtir essa euforia
causada pela perspectivas que 90% dos meus problemas poderão ser
resolvidos de uma só vez.
Mesmo analisando as possibilidades de tudo dar muito errado e eu
investir tempo, dinheiro e reputação em algo insólito, a
oportunidade é muito boa para eu deixar ela passar e depois ficar
remoendo as questões pelas quais eu abri mão dela.
Como diria Lipovetsky: “Quem não arrisca, não petisca.”
PS1.: Só para explicar que Como diria Lipovetsky é uma piada que
sempre faço para dar um “ar” importante para alguma frase
totalmente inútil. Assim como o Jorge Versillo fez com o seu CD que
deu o nome de “Como diria Bblavatsky.”
PS2.: Eu não gosto de Jorge Versillo, mas gostei da explicação que
ele deu para o nome do CD.
PS3.:
PS siginifica Post-Scriptum e não PlayStattion. A expressão em
latim post-scriptum quer dizer depois de escrito.
PS4.:
Perceberam como eu tô de bom humor hoje?


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