sexta-feira, 17 de maio de 2013

O DOCE VENENO DA ANSIEDADE


Mesmo sabendo que no final tudo vai dar errado e a minha vida vida continuará medíocre e desanimadora, ontem surgiu uma perspectiva boa, uma luz no final do túnel. Não é a primeira vez que vou com muita cede ao pote e acabo dando com o “burros n'água,” por isso tentarei não ser não otimista desta vez.

Mesmo porque o evento que renovou minhas esperanças terá a duração de quatro meses, incluindo longo períodos de um desagradável hiato. Por isso uma dos grandes desafios para os próximos meses será controlar a ansiedade.

Por outro lado, existem tão pouco motivos para se alegrar na vida, que fica difícil resistir a tentação de curtir essa euforia causada pela perspectivas que 90% dos meus problemas poderão ser resolvidos de uma só vez.
Mesmo analisando as possibilidades de tudo dar muito errado e eu investir tempo, dinheiro e reputação em algo insólito, a oportunidade é muito boa para eu deixar ela passar e depois ficar remoendo as questões pelas quais eu abri mão dela.
Como diria Lipovetsky: “Quem não arrisca, não petisca.”

PS1.: Só para explicar que Como diria Lipovetsky é uma piada que sempre faço para dar um “ar” importante para alguma frase totalmente inútil. Assim como o Jorge Versillo fez com o seu CD que deu o nome de “Como diria Bblavatsky.”

PS2.: Eu não gosto de Jorge Versillo, mas gostei da explicação que ele deu para o nome do CD.
PS3.: PS siginifica Post-Scriptum e não PlayStattion. A expressão em latim post-scriptum quer dizer depois de escrito.
PS4.: Perceberam como eu tô de bom humor hoje?

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